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Go-To-Market

GTM

O sistema que conecta uma oportunidade de mercado à geração de valor e receita: para quem, com qual proposta, por quais canais, com qual processo de venda e como tudo isso é medido.

O que é

Go-To-Market costuma ser confundido com lançamento, com plano de marketing ou com estratégia comercial. Ele inclui os três, mas é maior que cada um: é a forma como mercado, posicionamento, produto, aquisição, vendas, operação e receita se conectam.

Na prática, uma estratégia de GTM responde a perguntas encadeadas. Qual é o ICP? Qual problema a proposta resolve para ele? Como esse cliente encontra a solução? O movimento é liderado pelo produto (PLG) ou por vendas (sales-led)? Quais métricas dizem se está funcionando?

Como as respostas dependem umas das outras, GTM não é um documento que se escreve uma vez. Uma mudança no ICP muda o canal, que muda o custo de aquisição, que muda o modelo de receita. É um sistema que se ajusta com o que o mercado devolve.

Erros comuns

  • Tratar GTM como evento de lançamento, com data para terminar, e não como sistema que continua operando.
  • Definir canal e meta de receita antes de definir o ICP e a proposta.
  • Separar marketing, vendas e produto em planos independentes que nunca são lidos juntos.
  • Medir só a ponta (receita) e não as conversões entre as etapas, o que impede saber onde o sistema falha.
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